Electrotécnicos ’84

Março 6, 2010

Almoço de confraternização 2009 (2)

Filed under: geral — António Manuel Dias @ 13:25
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Se bem se lembram, no almoço de confraternização de 2009, em que comemorámos os 25 anos de início do nosso curso de electrotécnicos, não pudemos contar, por várias razões, com alguns camaradas que sempre fizeram questão de estar presentes nestas reuniões, nomeadamente o Silvério, o Sequeira e o Santos. Reflectindo sobre isso, num dia em que o Fradique, o Simões e eu almoçávamos no pólo Monsanto do Centro de Comunicações, de Dados e de Cifra da Marinha (CCDCM), decidimos que seria uma boa ideia entregarmos os famosos pratos comemorativos a esses camaradas, em mão, numa visita a Alcácer do Sal. Essa ideia andou a marinar durante alguns meses até que na semana passada os três autores da ideia resolveram que já chegava de adiamentos e que era necessário marcar uma data e convocar o pessoal.

Assim, já no decurso desta semana, falámos com o Sequeira e o Santos, que logo a acolheram de bom grado, e com o Silvério, para marcar o restaurante. Ontem foi finalmente o dia em que nos reunimos todos à volta de uma mesa, à qual se juntaram um camarada já na reserva — SMOR TR Teles, que conheci na minha passagem pela DI/DITIC — e a esposa do Silvério. Quase todos se deliciaram com um excelente ensopado de enguias, tendo o Silvério e a sua esposa optado por um arroz de choco. Os pratos comemorativos foram entregues e, para terminar, fomos até ao Castelo de Alcácer ver a paisagem.

Visita ao Silvério

Novembro 19, 2009

Filed under: geral — lusokiwi @ 1:58

Ola camaradas, foi com muito gosto que participei no almoco de confraternisacao em Junho.  Voltar a encontrar-me com quase todos os camaradas do curso e reviver momentos da nossa juventude e alguns mais recentes foi espectacular.  Cumprimentos ao Dias, Simoes e outros que organisaram o almoco, a comida estava excelente e foi bem regada com um bom tinto.  E que mais me admirou foi a juventude demonstrada por todos vos a quem os anos nao vos passam por cima.  E claro que as conversas maritimas ou da marinha ja me dizem pouco mas fiquei espantado com a mudance de tom das coversacoes.  Antes de eu sair todos nos falavamos em subir na carreira militar e as nossas aspiracoes em relacao a esse tema.  Agora todos falam na reforma e o que pensam fazer quando sairem da marinha, etc.   Lembro-me de estar a conversar com o camarada Costa agora residente no Brasil, e pensar com os meus botoes acerca das voltas que a vida da e onde os nossos destinos nos levarao.  O que eu tambem notei e que as personalides de cada um de voces se manteve mais ou menos na mesma o que me leva a pensar que maturidade nao e suficience para mudar a nossa personalidade.   Esta foi uma opportunidade fantastica para mim de me voltar a encontrar com voces e relembrar os velhos tempos que eu recordo com saudade, bem hajam camaradas e continuem a fazer almocos de confraternisacao, eu tentarei atender ao maior numero possivel.

Em relacao ao que se tem passado na minha vida desde Junho, acabei as minhas ferias e tudo correu como planeado, voltei para a Nova Zealandia visitando Paris e Seul (Coreia do Sul) e continuo  a dar aulas na universidade ate Janeiro.   Aceitei um contrato dum hospital Australiano,  vou voltar a tempo inteiro para  Wagga Wagga, New South Wales  e trabalhar no servico de emergencia de saude mental local  (MHECSC Mental Health Emergency Care and Support Centre).    Estou contente com a decisao ate por que vem com um aumento substancial de ordenado e a crise como esta todos os dollars sao bem vindos. 

Um abraco

Rui Rodrigues

 

p.s.  Fico satisfeito de Portugal se ter apurado para o camponato do mundo de futebol, seria interessante se no sorteio nos calhasse a Nova Zelandia.  A equipa Neo-Zelandeza e uma mistura de profissionais e amadores que gostam de correr atras da bola e marcar golos de cabeca.  Seria uma grande dor de cabeca para a equipa Portuguesa e eu teria que torcer pelas duas equipas.  Um grande problema em particular se estivesse a ver os jogos em Auckland.

Julho 24, 2009

Almoço de confraternização 2009: foto-reportagem

Filed under: geral — António Manuel Dias @ 14:53
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Finalmente coloquei on-line o filme e várias fotos que fiz durante o almoço de confraternização deste ano. Cliquem na foto abaixo se os quiserem ver.

ET 1984: 25 anos (13)

Maio 22, 2009

Livro de Curso

Filed under: geral — António Manuel Dias @ 18:00
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Olá “puto” Dias,

Na sequência de tudo isto, não seria engraçado fazer-mos um “Livro de Curso” onde, por exemplo, se fizesse o ponto de situação de cada um de nós após 25 anos de início de algo que tantas expectativas nos trazia (pelo menos a mim)?

Não tenho uma ideia mais concreta por agora mas se calhar os que lerem este comentário poderiam poderiam começar a pensar nalguma coisa.

Abraços,
Ribeiro Saldanha (81)

Maio 16, 2009

A triste história da minha perna partida

Filed under: geral — António Manuel Dias @ 11:56
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No hospital

Relato dos acontecimentos até à consulta no Hospital da Marinha

De 15 de Fevereiro de 2009 a 30 de Abril de 2009 estive na escola KMTO da Marinha Holandesa em Den Helder, Países Baixos, para receber formação do curso “WE Management M-FF“, o qual deveria durar até 3 de Julho de 2009.

No dia 14 de Abril sofri um acidente à saída do alojamento em Maaskamp (Den Helder) no caminho para as aulas na escola KMTO. Fui internado no Hospital Gemini, em Den Helder, onde fui operado a fracturas na tíbia e perónio da perna esquerda, no dia 21 de Abril.  A partir do dia 27 poderia ter saído do hospital, conforme as indicações dos serviços médicos.  Contudo, de acordo com as informações que recebi através da cadeia hierárquica da Marinha Portuguesa em Den Helder, ou seja a missão (MAF)[1] chefiada pelo CMG[2] Coelho da Palma, nomeadamente através do POC[3] dos formandos SAJ[4] R Costa Ferreira, eu não poderia ser transportado para Portugal enquanto não houvesse alguém para me acompanhar e enquanto a TAP não confirmasse a preparação de um lugar numa aeronave com as condições adequadas ao meu estado clínico.

Entretanto foi pedido ao médico holandês que me operou, o cirurgião Dr. Jeffrey de Jong, que preenchesse um documento solicitado pela TAP com as condições para o meu transporte.  A condição fundamental explicitada pelo médico foi que o tranporte deveria permitir que eu viajasse com a perna esticada.  Até ao dia 30 a Missão da Marinha Portuguesa em Den Helder não me indicou qualquer pessoa para me acompanhar, apesar de elementos dessa mesma Missão terem viajado para Lisboa nos dias anteriores.

No dia 30 de Abril de manhã saí do Hospital Gemini, em táxi, até aos alojamentos em Maaskamp, acompanhado por um formando que se voluntariou por camaradagem.  No mesmo dia, cerca das 15 horas, saí de Maaskamp (Den Helder) para o aeroporto de Schiphol (Amesterdão) no autocarro da Marinha Portuguesa que transportou outros formandos (pois todos os cursos foram interrompidos no dia anterior).  A viagem, de quase 1h 30m, decorreu com a perna parcialmente encolhida em dois lugares do autocarro, com a ajuda de uma almofada para tentar suportar o incómodo e as dores.

No autocarro

No aeroporto de Schiphol fui ajudado por outros formandos, por voluntariado e camaradagem, de modo a conseguir uma cadeira de rodas ou outro apoio dos serviços do aeroporto, o qual tinha sido anteriormente solicitado pelo formando mais antigo (1TEN[5] EN-EAL Amaral Moreira).  Contudo, o apoio dos serviços do aeroporto, durante as várias horas até ao embarque, limitou-se ao fornecimento de uma cadeira de rodas, a qual foi empurrada pelos camaradas (formandos) presentes para o mesmo voo.

A aeronave partiu cerca das 19 horas (18 em Lisboa).  Não tive quaisquer condições especiais a bordo, tendo viajado apenas com um lugar vago ao meu lado (em classe económica), o que não me permitiu esticar convenientemente a perna (ao contrário do que tinha sido indicado pelo médico), com o consequente incómodo e aumento das dores.

À chegada ao aeroporto de Lisboa os camaradas (formandos) pediram apoio, tendo sido fornecida uma cadeira de rodas e um funcionário do aeroporto para me acompanhar.  Alguns camaradas e o funcionário só me deixaram quando encontrei os meus familiares no átrio das chegadas do aeroporto.

Durante os últimos dias na Holanda tive sempre a informação, da cadeia hierárquica da Marinha Portuguesa em Den Helder, que tinham sido efectuados todos os contactos necessários para garantir que à chegada ao aeroporto de Lisboa eu teria apoio hospitalar e transporte (ambulância) para o Hospital da Marinha [HM].  No entanto, não houve qualquer apoio nem transporte, nem do HM nem de qualquer outro serviço da Marinha Portuguesa.  Após busca e espera infrutíferas, os meus familiares telefonaram para o Hospital da Marinha, para os números que constam no folheto Guia do Utente.  Não foi possível qualquer contacto, após várias tentativas.  Um familiar que tinha o número do Hospital Militar ligou para lá para perguntar quais os números do HM, tendo sido confirmados os mesmos. Posteriormente soube que o contacto telefónico (rede fixa) do HM por vezes não funciona bem fora das horas de serviço regular, quando as chamadas para a central telefónica passam para a recepção.

No avião

Não sendo possível o contacto com o HM, dirigi-me para a minha residência, após a extenuante jornada desde o hospital na Holanda e as viagens de táxi, autocarro e avião e respectivas esperas intermédias.  Com tudo isto, cheguei a casa cerca de 13 horas depois de ter saído do hospital na Holanda.

No dia 1 de Maio, de manhã, voltei a ligar para o Hospital da Marinha, tendo falado com o médico de serviço, o qual manifestou surpresa pelos factos acima relatados, nomeadamente a falta de apoio e transporte à chegada ao aeroporto de Lisboa.  Por indicação desse médico, liguei de novo para o Hospital da Marinha na segunda-feira, 4 de Maio, cerca das 08h45.  O médico de serviço deste dia disse-me que eu teria que contactar ou apresentar-me primeiro na minha unidade e só depois iria à consulta de ortopedia, sendo a minha unidade a providenciar o transporte.

Cerca das 09h50 de 4 de Maio consegui contactar a DSP-RSP[6].  Após vários telefonemas disseram-me que iam “fechar” a minha guia (de deslocação à Holanda), com a data de 4 de Maio.  Disseram-me também (cerca das 10h30) que eu deveria passar pela RSP para levantar a guia de retorno à minha unidade de origem (ETNA-DAE)[7], para que esta unidade me passe uma guia para a consulta de ortopedia.

No dia 4 de Maio, de tarde, contactei o ODU[8] da ETNA, Ten. Trindade, a qual me disse que ia falar com o Serviço de Saúde da unidade.  Mais tarde disse-me que o Serviço de Transportes me transportaria em ambulância na quarta-feira, 6 de Maio, o mais próximo dia de consulta de ortopedia.  Posteriormente o Serviço de Transportes comunicou que não tinha possibilidade de efectuar o transporte, o qual devia ser solicitado ao Centro de Medicina Naval (do Alfeite) [CMN].  No dia 5 de Maio fui informado pelo ODU da ETNA que uma ambulância do Centro de Medicina Naval me transportaria no dia da consulta.  De tarde recebi um telefonema desse CMN para confirmar e combinar a hora e local para me virem buscar.  Cerca das 17 horas o enfermeiro de serviço do mesmo CMN informou-me que afinal não poderiam vir buscar-me no dia seguinte e que eu deveria procurar ir para o HM pelos meus próprios meios, apresentando depois a conta na minha unidade.  Informei então o ODU da ETNA, o qual nada pôde fazer.

No dia 6 de Maio desloquei-me ao HM num táxi, com o banco extendido o mais possível.  Cheguei ao HM antes das 8 horas.  Na recepção conduziram-me ao banco de urgências/triagem.

Enquanto estive lá contei à médica de serviço, Drª. Shery Costa, a falta de apoio do HM quando cheguei ao aeroporto.  Esta médica e o Dr. Poças Rascão foram investigar e posteriormente garantiram-me que a única informação que o Hospital da Marinha recebeu foi que eu seria evacuado, mas sem qualquer informação sobre o dia, nem hora nem voo.  Disseram-me também que foi tentado o contacto com o POC dos formandos (SAJ R Costa Ferreira), não tendo sido possível esse contacto.  Essa impossibilidade de contacto condiz com a informação que tive ainda em Den Helder que o SAJ R Costa Ferreira já estaria indisponível pelo menos a partir da terça-feira antes do meu regresso; os outros elementos da MAF também regressaram a Lisboa antes de mim.

No HM fiz novas radiografias, fui observado pelo Dr. Pires e foi-me tratada a cicatriz da operação.  À primeira vista está tudo bem e a cirurgia efectuada no Hospital Gemini de Den Helder foi um trabalho bem executado.

Após as 15 horas o banco do HM conseguiu arranjar-me transporte para casa, aproveitando uma ambulância que veio fazer outro serviço na Margem Sul.

501184 SAJ ETA Nunes dos Santos

Abreviaturas:

  • [1] MAF:  Missão de Apoio à Formação
  • [2] CMG: Capitão de Mar e Guerra
  • [3] POC: Point-of-Contact (ponto de contacto)
  • [4] SAJ: Sargento-Ajudante
  • [5] 1TEN: Primeiro-Tenente
  • [6] DSP-RSP: Direcção do Serviço de Pessoal — Repartição de Sargentos e Praças
  • [7] ETNA-DAE: Escola de Tecnologias Navais — Departamento de Armas e Electrónica
  • [8] ODU: Oficial de Dia à Unidade

Abril 27, 2009

Um domingo e dois dias de cão…

Filed under: geral — António Manuel Dias @ 22:56
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Era um magnifico domingo de Outubro do ano passado, alguns dias após o meu aniversário.

Na segunda-feira anterior, a Nilva tinha sido convidada para uma convenção da sua empresa a realizar am Madrid, com estadia paga no “NH Passeo del prado” de domingo para segunda, com possibilidade de visitar o “museu Del prado”.

Magnifico domingo que se aproximava !!!

No domingo manhã bem cedo pose-mo-nos a caminho porque ainda são umas boas e cansativas 6 a 7 horas. Tudo parecia correr bem, incluindo o almoço servido por uma mexicana algures numa “bodega” perto de “Talavera de la Reina”.

Chegamos a Madrid “Atocha” por volta da 14h conforme tinha planeado, e a partir dai nada
correu como eu estava á espera….

Pensava como era Domingo que os madrilenos estariam em casa a ver televisão e na petiscada como é hábito em Portugal.

Erro grosseiro : vão todos para o centro da cidade precisamente para o “Passeo del prado” .

Resultado: mais de 3 horas á procura de lugar para estacionar, uma vez que estava tudo ocupado e com filas enormes para visitar o museu .

No meio disto tudo a Nilva servia de navegadora, má decisão minha porque ela tem uma certa dificuldade em ler mapas, e decerto se a deixar no Rossio terá dificuldade em saber como chegar aos Restauradores !…

Quando finalmente encontrei um magnifico lugar em frente ao hotel e estacionei, a minha primeira reacção foi descansar um pouco num banco de jardim pertíssimo do museu.

Quando regressei ao carro para ir buscar as bagagens, o fecho centralizado recusa-va-se a abrir…

Pensei que eram as pilhas , e fui ver se encontrava uma loja aberta para comprar umas. Estava tudo fechado…

Após cerca de 2 horas á procura e depois de muitos “no sé senhor”, lá encontrei um chinês que vendia todo o tipo de tralhas, fui embora convencido que tinha o assunto resolvido.

Engano o meu… O fecho centralizado continuava a recusar-se a abrir…

Como estava á muito tempo de volta do carro, chamei a atenção da policia, eles estão sempre alerta no centro de Madrid por causa do terrorismo.

Depois de tudo explicado, documentos, etc, eles ficaram convencidos do que eu estava a dizer. Começaram a rir e finalmente explicaram que junto a edifícios públicos todos os equipamentos dependentes de radio-frequência não funcionam por causa das bombas da ETA.

Tinha de chamar um reboque afastar o carro cerca de 500m para que o fecho centralizado funcionasse. Foi o que fiz e consegui apanhar o mesmo lugar.

Pensei aliviado : a minha sorte está a mudar…

Entrei no hotel 2 minutos antes das 18h, hora limite a que eles aceitam entradas.

Depois de um magnifico jantar, fomos todos passear e é de notar a vivacidade da espanholada em contraste com a soturnidade dos portugueses, a cidade continuou cheia até as 2 da manhã com muita vida, e com preços muito competitivos em relação a Lisboa .

No dia seguinte a Nilva foi para a tal reunião, eu aproveitei para fazer uns contactos pessoais noutros locais.

Tudo estava resolvido por volta das 15h de segunda e era tempo de regressar.

Tudo correu bem até Almaraz, quando o carro começou a aquecer muito e o alarme disparou . Finalmente percebi que o meu azar continuava…. Como é óbvio accionei o seguro…

Situação : parado algures no meio do nada, a dois passos de uma central nuclear, com a mulher a ter
um ataque de nervos, e como mais tarde descobri junto a um animal morto, que lançava um cheiro nauseabundo e atraia milhares de moscas.

Tinha de escolher entre ficar dentro do carro fechado a sofrer uma canícula infernal, ou enfrentar uma horda de insectos atraidos por um cheiro simplesmente insuportável.

Entre a mulher nervosa e a canícula ou os insectos e o cheiro preferi os últimos 2 !!

Cerca de 1h30m depois, lá apareceu um espanhol com um reboque que nos levou para “Trohio”, mas como já era tarde, o mecânico apenas teve tempo de pediu uma nova bomba de água, tivemos de lá ficar para o outro dia para acabar o serviço.

Entretanto o meu saldo do telemóvel foi-se e a bateria do telemóvel da Nilva acabou…

Tive de percorrer a cidade toda (que por sinal recomendo) para encontrar uma caixa automática e levantar uns trocos e enviar uns emails. Também consegui um local para carregar a bateria do telemóvel.

Quando olhei para o talão do multibanco… È que fiquei a saber em quanto é que já ia a brincadeira….

Passei a noite num hotel com uma arquitectura mourisca espectacular em que o restaurante era na antiga cavalariça…

No dia seguinte lá fui ter com o mecânico. Nada feito, ele enganou-se na avaria.

Mandei o carro para Lisboa de reboque e regressei a Elvas de táxi, isto depois de chamar todos os nomes ao homem…

Lições:

1º Não contar com Madrid vazio ao fim de semana.

2º Nunca mas mesmo nunca em Espanha estacionar junto a um edifício publico, ou a um potencial alvo terrorista tudo o que seja electrónica deixa e funcionar bem.

3º Precaver-se com um saldo bancário bem recheado, e telemóveis bem carregados de saldo e bateria.

4º Nunca mas mesmo nunca por a Nilva a fazer de navegadora.

5º Não confiar nas revisões e inspecções aos carros feitas em Portugal.

6º Ter muita mas mesmo muita paciência…..

7º Não confiar em mecânicos espanhóis.

Esta narrativa já fez rir meio Belo Horizonte estado de Minas Gerais donde a Nilva é originária e meio Paris onde tenho muita família.
Espero que vos tenha divertido e as lições que tirei vos sejam úteis.

Um abraço a todos:

Costa

Abril 4, 2009

Almoço de confraternização 2009

Filed under: geral — António Manuel Dias @ 16:04
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Este artigo vai servir para organizar as coisas para o almoço de confraternização a realizar este ano, que irá comemorar os 25 anos do início do nosso curso. Por favor, utilizem os comentários para dar as vossas opiniões e sugestões. Avisem também todos os camaradas que não consegui contactar para virem aqui deixar a sua opinião.

No primeiro comentário irei comentar a discussão que aconteceu até hoje e aqui em baixo irei colocando a evolução do que for combinado.

Almoço de confraternização 2009

  • Onde: Sede do Clube do Sargento da Armada (ver mapa).
  • Quando: 19 (sexta-feira) de Junho
  • Presenças:
    • Dias
    • Rodrigues
    • Coutinho
    • Silva
    • Fernandes
    • Costa
    • Saldanha (Ribeiro)
    • Simões
    • Ferreira
    • Fradique
    • Correia
    • Clementino
  • Ausências confirmadas:
    • Sequeira (embarcado na Bartolomeu Dias)
    • Bento (também na Bartolomeu Dias)
    • Santos (ferido em serviço)
    • Silvério (ver comentários abaixo)
    • Oliveira
    • Almeida
    • Jerónimo (não o consegui contactar)

Última actualização: 17 de Junho.

Novembro 23, 2008

Almoco de confraternisacao 2009

Filed under: geral — lusokiwi @ 9:47
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Ola Camaradas, continuo a espera de saber a data do almoco de confraternisacao do proximo ano.  Seria com grande prazer que talvez podesse estar presente se o almoco fosse no fim de Junho .   Estou me a preparar para passar seis semanas a trabalhar no servico de emergencia do hospital de Wagga Wagga, New South Wales.  Continuo a dar aulas no faculdade the Health Care Practice na  AUT University em Auckland.  Bem hajam camaradas.

Um abraco

Rui

Setembro 23, 2008

Ano de 2008

Filed under: geral — lusokiwi @ 4:50
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Caros camaradas, aproveito esta oportunidade para vos informar que continuo vivo e de boa saude.

Tem sido um ano atarefado e como tal tenho escrito muito pouco neste blog.  No entanto estamos em Setembro e o verao esta a porta, como tal decidi por este meio acrescentar ao meu blog anterior o que tem acontecido aqui pelos antipodas.  O ano comecou bem continuei no meu emprego em saude mental e passei ferias em Noosa na Sunshine Coast em Quennsland, Australia.  Foi fantastico, o tempo estava bom e passei ums dias na praia.  De volta a Auckland voltei a reasentar arraiais e continuei a trabalhar bastante.  Com a corrente crise a ficar pior,  gasolina a subir e o custo de vida a aumentar nao tem sido tempo de grandes festividades.  Entretanto foi-me oferecido um emprego numa das universidades locais AUT University e como tal deixei de trabalhar em enfermagem a tempo inteiro e tornei-me professor universitario, trabalhando de quando em vez na unidade psychiatrica local.  Acabei por nao aceitar a posicao de enfermeiro adminstrador que me foi oferecida em Broken Hill no outback australiano por razoes familiares mas estou a planear voltar la em Dezembro, eles gostaram do meu trabalho e querem me de volta embora ainda nao possa trabalhar la a tempo inteiro.  As noticias nao sao muito interessantes mas o que e interessante sao as voltas que o mundo da.  Nunca me tinha passado pela cabeca que eu fosse capaz de lecionar no ensino superior a nivel de licenciatura numa lingua que nao e a minha nativa.  Espero que tudo esteja bem com voces e nao se esquecam de mim,  quando e que estao a planear fazer o  almoco de confraternizacao no proximo ano?  Mantenham-me informado.

Bem hajam.

Rui Rodrigues

Abril 20, 2008

Almoço 2008/Abr.04

Filed under: geral — António Manuel Dias @ 12:52
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Este ano o almoço de confraternização decorreu no dia 4 de Abril, na delegação do Feijó do Clube do Sargento da Armada, tal como no ano passado. Presentes estiveram, desta vez:

  • Correia
  • CostaAlmoço 2008
  • Coutinho
  • Dias
  • Fernandes
  • Fradique
  • Jerónimo
  • Oliveira
  • Ribeiro Saldanha
  • Santos
  • Silva
  • Silvério
  • Simões

O Clementino não pode comparecer por problemas familiares de última hora.  Dos que estiveram presentes no ano passado, faltaram ainda o Ferreira, em comissão em Moçambique, e o Sequeira, em curso na Holanda, preparando-se para pertencer à primeira guarnição do futuro NRP Bartolomeu Dias.  Também ainda não foi desta que tivémos a presença do Rodrigues, ainda do outro lado do mundo.

Por falar em Rodrigues, dediquei-lhe um episódio do meu blog musical: Music from the antipodes (já agora, Rodrigues, repara no comentário de Andrea, destinado a ti).

Finalmente, os interessados podem ver as fotos tiradas pelo Santos durante este almoço, junto com as fotos do ano passado aqui.

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